segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
Poema - Jim beam, Love-me

Jim beam, Love-me
Sinto sua falta em cada partícula
de oxigênio que respiro.
Sufoca-me a saudade de ti, na
mesma proporção que me afogo nas lembranças dos teus beijos...
Poderia ser doce o nosso poema, se
ao final de todos os versos, eu não sentisse o fel escorrer goela a baixo.
Rasgo-me inteiro ao me lembrar do
seu cheiro e como em um rosário, entrelaço-me á cada pedacinho seu.
Junto os fragmentos das minhas lembranças
e armo-me como se elas fossem pedras do bodoque que me defenderá nas guerrilhas
do terreiro.
Morro por um tiro inesperado!
Por sua insistência em não mais
querer brincar,
Morro só...
E só as lembranças velaram minha
morte.
Uma dose a mais de ti é o que
peço...
Meu corpo viciado pelo seu,
reluta em se entregar a outro qualquer...
Somente o teu corpo calará os
gritos dos meus...
Nada silenciará este desejo que
me queima a alma.
Meu vicio e minha cura, tem seu
nome assinalado.
Tens meu mundo inteiro resumido
em ti...
Flutuo neste espaço infinito de
tristeza,
Mergulho-me em mais um copo de
ti,
Que escorra
gota a gota, o que tens pra mim.
Bebo-lhe
ao sabor da saudade...
Ao sabor
do desejo...
Que me
consome inteiro...
terça-feira, 21 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Instituto Maria Preta: Chinelos velhos viram peças de arte na África
Instituto Maria Preta: Chinelos velhos viram peças de arte na África: Um projeto comandado pela ambientalista Julie Church (foto acima) está transformando chinelos velhos abandonados em peças de arte em Nair...
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Amor & Companhia LTDA
Amor & Companhia LTDA
O agora me cala...
Nada posso contra o
que me deparo!
Meus olhos marejados
já se tornam opacos diante de teu brilho...
Não sou vitima nem
agressor...
Sou apenas eu a
mirar-te entre as nuvens que nunca alcançarei.
Mergulhei no profundo
e na imensidão dos meus desejos...
Dediquei-me a teus
desejos...
Saciei-os e Perdi-me
por completo.
O som do fechar da
porta ecoa em meus ouvidos como ferro frio a roças a minha carne.
Agora sou apena mais
um homem perdido.
Talvez eternamente só
como tantos outros...
A perambular pela
vida, a procura de um sexo frio e maçante...
A noite se apresenta
como um banquete de delicias...
Aluguel de amor tem
aos montes nas esquinas.
Replicas falsas de
tudo que procurei em ti...
Finco pé em minha
saudade e renego qualquer forma de amor falso.
Talvez até aquele que
tanto ansiei também o tenha sido.
Talvez...
Não sei...
Dersan Magalhães
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Marisa Monte - Bem Que Se Quis (E Po' Che Fa')
Bem que se quis
Depois de tudo
Ainda ser feliz
Mas já não há
Caminhos prá voltar
E o quê, que a vida fez
Da nossa vida?
Depois de tudo
Ainda ser feliz
Mas já não há
Caminhos prá voltar
E o quê, que a vida fez
Da nossa vida?
terça-feira, 19 de março de 2013
domingo, 17 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
poema- Um pobre mortal
Um pobre mortal
Amasso-te o corpo, para tirar-lhe o sumo do desejo...
E para beber o mel que dele brota, como fonte de doçura,
Apenas meus lábios me bastam.
Ai de mim se não possuísse este corpo...
Ai de mim se não tivesse me perdido nestas curvas,
Ai de mim...
Pobre mortal, que há tempos morria de desejos...
Que me fechava em
segredos...
Que se trancava em medos por não merecer tamanha graça.
Ai de mim...
Um pobre, a sucumbir diante de tanta riqueza...
Um escravo, uma lasca de homem...
Um pedaço a procura de ser inteiro.
Um quase nada perdido no tempo...
Ai de mim agora!
Depois de ter provado deste céu inteiro, nada mais me
resta...
Nem uma brisa de mim resta agora...
Depois de ter
mergulhado nesta noite negra...
Só me resta a lembrança
Dersan Magalhães
05 de
março 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Entristece-me
Entristece-me
Entristece-me
ao medir a distância que existe entre nós...
Entristece-me
olhar pra traz e ver o quanto eu caminhei sem direção...
Andar e
vagar sem destino me parece sempre à mesma coisa agora.
Todos
procurando um porto seguro que nunca existe de fato, uma miragem a beira do
abismo...
A miragem
preparada pra nos enganar, nos fazer cair.
A queda
nos faz perceber que não existe fundo, não existe fim...
É só a
velocidade que se altera, hora lenta, hora rápida de mais, mas é sempre queda.
Vejo a
rua que já não passo...
As flores
que não colhi...
Os beijos
que não te dei...
A vida
não vivida, tudo é queda assistida.
Tudo
passa tão rápido diante dos meus olhos já marejados...
Tudo
passa...
Só o
gosto amargo da perda é que insiste em permanecer na boca.
Talvez dentro
do fim, exista um começo...Talvez...
Talvez
seja só mais uma miragem...
Talvez eu
não esteja em queda...
Talvez
seja as tuas mãos a me segurar, que me impeçam da queda...
Talvez...
Talvez...
Quem sabe
só o talvez seja real...
Será real
viver do talvez?
Quem
sabe?
Dersan Magalhães
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